Ideioso

Uma miríade de ideias.

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A principal observação que se deve fazer quanto à formação do trabalhador, que pode ser observada diariamente na área de informática, é a perspectiva das mudanças tecnológicas pois ocorrem ininterruptamente e, afetam à totalidade de profissionais nos mais diversos ramos de atuação e em todos os locais do mundo, entretanto, uma questão a ser observada é a formação: Faz toda a diferença! O profissional que possui uma formação mais rigorosa ou provida de conceitos mais sólidos fazem com que as mudanças profissionais sejam melhor absorvidas pelo profissional e este consiga inserir-se adequadamente no contexto global de sua profissão.
A pprincipalvisão dos profissionais tem haver com o modo como imaginam o mercado de trabalho, enquanto, os docentes devem ter por ponto de vista, observar o mercado como um todo e, principalmente, montar o “quebra-cabeça” que faz com que o profissional se torne, com a adequada acepção da palavra, Profissional.
Embora nessa trajetória profissional se verifique com frequência empresas que têm modos de pensar ultrapassados (Há ainda muitas empresas com o pensamento Fordista), a perspectiva que os profissionais hoje possuem de tornar-se independentes e, venderem seu trabalho a diversos compradores diferentes e, deixarem-se de enxergar-se como “Funcionários” – isto é, aquele que tem uma função – ou ainda como “Empregados” – aquele que possui um emprego – mas, como cidadão que presta um serviço e recebe uma contraprestação financeira que julga justa em troca destes serviços. Assim, muitas vezes se observa o caso de profissionais que vendem seus serviços a diversas empresas, a questão portanto é: O indivíduo deve-se enxergar como cidadão e profissional que possui determinada profissão, vende uma parcela de seu tempo e de sua “expertise” em troca da contraprestação financeira que julga adequada.
As Leis trabalhistas asseguram que a relação entre o profissional e o tomador dos serviços – que pode ser uma pessoa física ou jurídica – seja adequada e justa para ambas as partes. As reformas atualizam uma legislação criada em um determinado momento (Era Vargas) para o contexto atual comportando a maior parte das mudanças mas, não limitando-se às leis mas incluindo Jurisprudências e Acordos coletivos através de entidades de classe que representam trabalhadores e empresas.
O PNE (Plano Nacional de Educação) é deveras recente e tem por objetivo nortear os planos de educação de estados e municípios de acordo com as necessidades regionais, levando em conta o âmbito nacional.
Quanto às metas do PNE, há uma visão magnífica das necessidades, entretanto, cita-se o Sistema Único de Saúde (SUS) como comparativo.
O SUS é uma legislação cujo objetivo principal foi o de unificar o acesso de pacientes à Saúde, buscando uma democratização do acesso aos recursos por toda a população. O que não ocorreu.
O PNE tende à mesma derrocada pois, em momento nenhum objetiva sensibilizar e/ou estruturar as famílias no tocante às necessidades da educação. O que tem-se, portanto, é um objetivo bastante abrangente, com estratégias adequadas, entretanto, pouco voltadas à realidade da situação atual. Vê-se na Lei intenções, entretanto, algo inerente à área de gestão de projetos que se pode distinguir um projeto de possível sucesso e fracasso: Empatia.
Esquece-se nesse plano de educar a população quanto às necessidades ou, em uma empresa, adequar-se à cultura organizacional. Nas camadas mais pobres da população, educação nunca foi prioridade e, sem os devidos estímulos – que abarcam desde instrução de necessidades até incentivos financeiros – o plano tende a funcionar apenas parcialmente.
Para exemplificar isto pode-se citar um exemplo simples. Um aluno que estudou há dez anos atrás e concluiu o ensino médio com a matriz da época não tem condições adequadas de marcar uma pontuação excelente no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) por conta das mudanças diversas na forma que o ensino e as matrizes modificaram-se no decorrer do tempo; o indivíduo que concluiu seus estudos há 20 ou 30 anos atrás não possui condições sequer de conseguir uma aprovação razoável, conclui-se que o processo não é democrático.
Quando se deseja aumentar as ofertas de matrículas e integrar à educação profissional a ideia é perfeita, entretanto, incompleta pois torna os o ensino desnivelado. Ora, um adulto que concluiu o ensino médio em um formato defasado e com pouco conteúdo adequado possui a formação, contudo, não está apto a seguir nos estudos. Que se faz nesse caso?
Para concluir, cito a iniciativa Japonesas (pois trouxe o modelo atual da indústria, comércio e serviços, o Toyotismo), uma das formas que se utilizou para a educação da população no pós II guerra mundial foi a educação em massa através de meios televisivos com uma campanha do governo em massa. O mesmo modelo foi aplicado à Coréia do Sul e, os resultados foram sentidos no decorrer do tempo e, culmina nos dias atuais como países reconhecidamente avançados econômica e tecnologicamente.

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Ao utilizar-se do desenvolvimento cognitivo, da forma descrita por Piaget é possível alcançar resultados mais adequados e em maior grau, vez que o maior resultado que se pode querer enquanto educador é que o aluno aprenda. Tal conceito não está aplicado unicamente ao desenvolvimento infantil mas, também ao desenvolvimento e – principalmente – na instrumentação dos discentes de métodos de visualização de seu próprio potencial e exercício de sua cognição.

As relações interpessoais desenvolvidas em sala de aula potencializam tal instrumentação, fazendo com que o grupo de estudo aprimore as ferramentas outrora utilizadas individualmente, testando-as em um ambiente social de modo a interagir e estabelecer relações que, no meio social externo àquele da sala de aula, torna-se fonte de aprendizado e rico material para consultas futuras através das interações com os pares e outros grupos, incluindo neste contexto pais, professores e outros sujeitos.

As relações afetivas desenvolvidas tornam a aproximação entre figuras de autoridade , como são pais e professores, e os alunos mais direta de modo que ambos trocam conhecimento e experiências. Assim, quando o ambiente é eivado pela austeridade torna-se improfícuo ao proceder das relações de aprendizagem e ensino.

Ora, quando alunos, quais as disciplinas mais tínhamos atenção? Aquelas em que os professores tínhamos mais em conta! Eis uma estratégia para um melhor proceder acadêmico: Aproximar-se dos alunos, demonstrando disponibilidade e proximidade de modo que haja uma conexão entre educador e educando e, que esta conexão seja bidirecional de modo que a todo tempo haja uma troca de papéis entre estes dois personagens.

Afinal, o currículo escolar determina que itens devem ser apresentados, entretanto, educadores deparam-se diariamente com o paradoxo da impossibilidade de ensinar algo a alguém. Então, o educador tem por tarefa tornar o ato de apreender a informação mais simplificado e, disponibilizar-se para facilitar este aprendizado utilizando-se de técnicas e métodos adquiridos através da experiência, observação e estudo.

 

DEFINIÇÃO: O QUE É BULLYING?

Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm. em 26.11.2016

POR QUE É IMPORTANTE FALAR DO ASSUNTO BULLYING?

Há necessidade de se tratar o assunto de maneira direta e objetiva de maneira que se previna a hostilidade entre indivíduos. As discussões incluem alunos, pais e profissionais da educação de maneira geral.

QUAL INCIDÊNCIA DO PROBLEMA?

A maior incidência do Bullying é no segmento de 1º ao 5º ano do ensino fundamental, sendo os agressores na sua maior parte na faixa etária de 11 a 17 anos.

QUAIS DADOS NOS AJUDAM A CONFIGURAR A QUESTÃO COMO UM PROBLEMA NA ESCOLA?

 

Pois o bullying como visto pelas entidades escolares é uma questão a ser tratada no âmbito social e, considerando que a escola trata dessa socialização é mais que importante a escola tratar diretamente do assunto para com os alunos de modo que se consiga melhorar o convívio entre estes.

REFERÊNCIAS

  • http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/05/a_gazeta/minuto_a_minuto/841077-maior-incidencia-de-bullying-nas-escolas-publicas-esta-entre-alunos-do-1-ao-5-ano-do-ensino-fundamental.html

  • https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/114433

  • http://novaescola.org.br/conteudo/336/bullying-escola

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INTRODUÇÃO

Numa opinião muito particular, não concordo que o bullying seja problema e compreendo que é uma questão em que a escola tem um papel fundamental, os pais também. Contudo é uma visão equivocada a maneira que está sendo colocada por educadores e legisladores.

O bullying quando exagerado deve ter as mesmas conseqüências sociais que qualquer ação criminal que a sociedade de maneira geral condena e pune. Nem mais, nem menos. Entretanto, algum nível de bullying ensina o indivíduo algumas regras sociais que estão presentes em todo reino animal! Ora, como o indivíduo aprende a se defender ou consegue responder adequadamente a questões que ameacem sua vida, sua liberdade ou dos seus?

Assim, o bullying é um constructo social que é bem mais complexo que a visão analisada nos textos que estão em voga e que são multiplicados pela sociedade.

A escrita acima não é algo vão . Fui vítima de bullying quando criança (e por motivos diversos) mas compreendo que isto me fez tornar uma pessoa mais apta a conviver em sociedade. É um pouco de seleção natural: Não há maneira de que uma pessoa que seja alquebrada por questões sociais seja capaz de aceitar-se como indivíduo na mais perfeita acepção da palavra: Como ser individual e que possui diferenças.

ESTRATÉGIAS

Uma questão que não vi nos textos que encontrei foi a questão de que os agressores na maior parte das vezes querem tão-somente aceitação do grupo, enquanto os agredidos também compreendem muitas vezes que suportar tais agressões torna-o de alguma maneira parte deste grupo. Com o amadurecimento este indivíduo compreende que não há essa necessidade ou acomoda-se naquela posição e molda sua personalidade dessa maneira. E é aí que pais e professores devem agir, educando este indivíduo adequadamente de maneira que compreenda o que está a acontecer.

Também é papel de pais e professores imiscuírem-se na responsabilidade social de compreender que há limites para o bullying e que estabeleçam vínculo suficientemente adequado ao ponto das crianças e adolescentes confiarem seus problemas a estas figuras.

Compreendo, portanto que as leis e artigos acerca do bullying possuem duas vertentes: Como instituição/legislação tornar os indivíduos menos individuais, ou seja, que hajam de maneira homogênea de maneira que não representem questões para o ato de educar. Como educadores, também a mesma visão e outra de vítimas de bullying que colocam esta situação como maneira de preservar a próxima geração acerca da situação.

ALTERNATIVAS

 

Há críticas sobre esta questão pois a instituição/legislação torna tarefa da escola questões que deveriam ser passadas pela família e/ou pelo binômio família-escola, o que não acontece na maior parte dos casos e, enquanto escola sem poderes para punir os alunos e pais sem capacidade para educar seus filhos, a solução é compreender que havendo regras para lidar com o bullying tornarão todo o processo mais simplificado, desestimulando a intimidação, que deveria ser exatamente o resultado da disciplina escolar e familiar.

Quanto à visão de educadores e antigas vítimas de bullying que tornaram-se defensores dessas medidas, estes vitimizam situações que são exatamente em que deveria haver uma prática educativa.

Para fundamentar este discurso, uma análise sobre alguns trechos dos textos contidos como sugestão de leitura (http://www.chegadebullying.com.br/parents.php) e a legislação relacionada ao Bullying (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13185.htm).

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A crítica ao primeiro parágrafo é bastante óbvia quanto ao que se deve fazer: Ensinar às crianças que elas são diferentes! E devem aprender que nem todos concordarão com as diferenças, alguns utilizarão de ironia e até mesmo violência quanto a isso e que medidas se deve tomar? Se não for violência física, que se responda à altura, ou seja, ensinar à criança como se defender adequadamente, de maneira madura e pautada.

O segundo parágrafo tem uma reposta mais que simples: Por que uma criança ou adolescente deve utilizar a internet de maneira não supervisionada? Eis a questão mais simples: Pais e professores acreditam que a criança deve utilizar a internet de maneira indiscriminada? Que tal ensinar as crianças a utilizarem a internet.

Portanto, tais críticas tem haver como os pais e professores lidam com o assunto, não exatamente com a campanha do sítio acima que indica estas mesmas questões de maneira diferente mas com o mesmo objetivo: Ciência dos adultos.

Quanto à legislação, o início da Lei 13.185/2015 qualifica o que é Bullying, todavia, gostaria de destacar o trecho abaixo, em seu artigo 4º e 5º:

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Os objetivos do programa, de maneira simplificada é ensinar as crianças a agir de maneira adulta. Ora, se alguém age dessa maneira quando adulto há punições. No item VIII há esta questão que deve ser analisada e compreendida na forma de políticas educacionais mas não prevê a punição adequada (que pode ser com graus diferentes para aquelas aplicáveis a adultos), que é como os indivíduos muitas vezes apreendem as informações! Ora, indivíduos ainda em formação não têm respeito às regras até que tenham sido “convencidos” porquê das regras e isto é parte do processo de aprendizagem.

O artigo 5º reforça a idéia de que os pais têm menor importância no processo, ficando a cargo da família apenas o item IV do artigo 4º, contudo, a responsabilização pelos atos dos filhos não fica em local algum possível de verificação e em momento algum é mencionada responsabilização, o que de maneira indireta (e interpretativa) fere o Estatuto da Criança e Adolescente nos artigos 5º e 6º, conforme imagem abaixo, pois não permite o desenvolvimento plenos destes indivíduos interferindo em um processo natural do desenvolvimento humano, afinal quando se trata de “discriminação” a questão não é que ela não exista ou que deva ser desestimulada mas sim, que providências tomar quando esta ocorre e é isto que não foi possível verificar com este estudo.

O artigo 6º elucida que a criança e adolescente são pessoas em desenvolvimento e, como tais possuem condições peculiares que devem ser discutidas, pensadas e exploradas de maneira particular e individuais. Ora, onde está o apoio psicossocial a estes indivíduos. Será que os agressores também não são vítimas? Será que é na escola que acontece o maior conjunto de agressões? São perguntas que, quando respondidas e analisadas corroboram o pensamento descrito acima.

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O bullying é um problema, portanto uma proposta de solução para resolução deste problema em sala de aula:

AÇÃO

Roda de conversa periódica.

OBJETIVO

Conscientizar os envolvidos no caso de que ações conforme a ocorrida não devem tornar a acontecer sob pena de responsabilização civil e criminal.

ENVOLVIDOS

Alunos, professores, pais e todos os profissionais da escola.

ESTRATÉGIAS

Exibição de casos de estudo conforme o apresentado, conteúdo multimídia e apresentações feitas pelos alunos acerca do tema.

RECURSOS NECESSÁRIOS

Projetor para exibição de conteúdo multimídia, espaço físico para a reunião.

CRONOGRAMA

Periódica no conselho de Pais e Mestres da própria Escola.

RESULTADOS ESPERADOS

Conscientização e visão holística da situação de bullying na escola, incluindo na responsabilização e fiscalização mútua dos envolvidos.

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CONCEITO PSICOLÓGICO E MOTIVO DA ESCOLHA.

A ideia da escolha do tema está baseada no que implícita o mito de que as crianças  superdotadas , são aquelas vistas como populares, bem ajustadas, esbanjando saúde física e psicológica. Na avaliação de psicólogo diz que o desenvolvimento de capacidade desta criança é superintendente  mas que precisa ser tratada como uma criança normal sem preconceito.

GARDNER E AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS

Para Howard Gardner a inteligência é composta de diversas ramificações. O superdotado é aquele indivíduo que manifesta simultaneamente mas em destaque especial uma dessas inteligências, contudo, muitas vezes falha em outras.

GARDNER. Howard. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.

AS INTELIGÊNCIAS SEGUNDO GARDNER

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RENZULLI E OS TRÊS ANÉIS

Para Joseph Renzulli as altas habilidades são definidas como “(…)manifestações do desempenho humano que podem ser desenvolvidos em certas pessoas, em determinados momentos e sob determinadas circunstâncias”.

RENZULLI,J.S Technical report of research studies related to the enrichment triad/revolving door model. 3ª Ed. Storrs, CT: University of Connecticut, Teaching the Talented Program, 1988.P.20

OS TRÊS ANÉIS SEGUNDO RENZULLI

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INDICAÇÃO DE FILME : UMA MENTE BRILHANTE

Sinopse: https://pt.wikipedia.org/wiki/Uma_Mente_Brilhante_(filme)

O filme conta a história real de John Nash que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade. A ambição saudável de sua mente privilegiada lhe impôs a carga de uma terrível doença que o devastava. Diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos, Nash enfrentou batalhas em sua vida pessoal, e após várias internações, ele precisará usar de toda a sua racionalidade para distinguir o real do imaginário e voltar a ter uma vida normal assim como seus amigos… Brilhante, Nash chegou a ganhar o  Prêmio de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel em 1994

INDICAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO: “ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO: ENTRE TERMOS E LINGUAGENS”

Link: https://periodicos.ufsm.br/index.php/educacaoespecial/article/view/3056

Este artigo trata da discussão contundente na área das altas habilidades/ superdotação acerca da utilização de nomenclaturas ou termos para denominar a população com as características de capacidade superior, assim como linguagens usadas por alguns autores e documentos legais educacionais pertinentes conflitam com os propósitos de atendimento equânime à essa parcela de educandos

INDICAÇÃO DA MÚSICA: RABBIT IN YOUR HEADLIGHT, UNKLE

UNKLE – Rabbit in Your Headlights from Onur Akdeniz on Vimeo.

A música trata da maneira como as pessoas superdotadas veem as  coisas: Muitas vezes com confusão e em câmera lenta. A  superdotação tem haver exatamente com a premissa de uma maneira fora dos padrões ou extravagante de interpretar determinados estímulos, o que é o assunto da música, uma interpretação não óbvia da realidade e de acordo com maneirismos peculiares. Dois trechos são importantíssimos na música: O próprio título da música que trata de ser “Um coelho em seus faróis” pois demonstra o medo e a confusão daqueles que possuem qualquer diferença dos demais; O fim da música que trata de “Fazer sua paz e então os demônios se transformam em anjos”. Esta visão só é possível através de trabalho árduo e da intervenção de pais e Escola empenhados em prover o máximo ao potencial daquele estudante (em todos os segmentos).

O videoclipe da canção é tão impactante quanto a própria letra pois traz um indivíduo que sem motivo encontra-se em túnel em um mundo próprio, com uma agenda própria e peculiar, onde é atropelado diversas vezes, o que pode ser uma alusão às diversas maneiras que as situações sociais colocam o indivíduo considerado “diferente”, enquanto isso alguns transeuntes observam-no sem nada fazer seguindo as convenções sociais. Em algum momento na metade do clipe há a tentativa de incluí-lo nas conformidades sociais onde um determinado grupo de jovens tentam comunicar-se com este indivíduo de maneira ineficiente e frustrada. A série de situações de atropelamentos e agenda própria aumentam, debilitando-o, contudo, não incapacitando-o. Em determinado momento, quando ele despe-se das suas roupas e convenções (conveniências) sociais, consegue ouvir mais de si até que sua interação com o resto do universo que o cerca torna-o imune, trazendo o final improvável em que este indivíduo deixa de ser vítima dos danos e imune às questões que o atormentavam.

CONCLUSÃO

Observando a importância e transportando considerações as habilidades individuais dos sujeitos estudados devem ter a finalidade de alertar pais e professores, para a busca de providências mais adequadas com propósito de auxiliar e alcançar o desenvolvimento de uma criança, reafirmamos a abordagem desta temática apresentada.

O preconceito e ignorância é persistente a respeito do assunto, a falta de informação e capacitação dos profissionais da educação estão defasados além de grande parte dos especialistas mais antigos na profissão, não discutiram esse assunto nos bancos acadêmicos. Mesmo o Ministério da Educação – (MEC), reconhecendo a necessidade de progredir e criando os Núcleos de Atividades de Altas Habilidades/ Superdotação – (NAAH/S), no ano de 2005, muitos funcionam precariamente ou estão desativados.

O autor américa Joseph Renzulli apresenta a Superdotação como sendo uma confluência de três fatores representada como anéis interligados: uma habilidade alta, envolvimento com a tarefa e a criatividade, viabilizando a importância do trabalho docente e familiar para equilíbrio destas interfaces onde o sujeito possa se desenvolver e na vida adulta até contribuir para a sociedade.

Levar o indivíduo à compreensão da sua habilidade e dispor ferramentas para o desenvolvimento deste por intermediações de profissionais ampliará sua percepção e auto estima em ambientes sociais, afastando qualquer bloqueio ou regresso do potencial existente, proporcionando equilíbrio para possível pejoração que este possa enfrentar diante de uma sociedade imatura e mistificada por conceitos já ultrapassados.

REFERÊNCIAS:

http://www.scielo.br/pdf/pe/v12n2/v12n2a18.pdf

http://amenteemaravilhosa.com.br/aprendemos-uma-mente-brilhante/

CONTRIBUIÍRAM PARA ESTE TRABALHO:

Ana Paula Gonzales- Pedagogia

Caroline Miranda-Pedagogia

Cintia de Souza-Pedagogia

Rosely Cavalcante- Pedagogia

Simone Moreno – Pedagogia

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O processo de compreensão humana e suas perspectivas de desenvolvimento podem ser analisados de diversas maneiras, incluindo teorias filosóficas, biológicas e relacionadas às ciências humanas. Assim, alguns conceitos tornam-se centrais, formulados por autores como Skinner, Piaget, Vygotsky e Wallon por terem influenciado definitivamente a compreensão dos seres humanos em seus trabalhos durante o século XX.

A abordagem quanto ao funcionamento da psicologia humana tem relevância na área da educação por conta dos diversos paradigmas necessários à explicação do comportamento humano. Assim, o papel da cultura e sociedade tem influência direta  nas funções e processos de estudos antropológicos envolvidos na relação entre psicologia e educação. Alguns dos mais influentes psicólogos modernos são Piaget, Vygotsky,  e Wallon – entre outros, que contribuíram em um momento mais próximo ao início do século XX de modo teoria mais empírico, enquanto a partir do momento que houve a regulamentação teórica dos métodos e modelos científicos, inspirados por aqueles utilizados nas ciências naturais , enquanto posteriormente foram ampliados pelo uso do processamento artificial de informações.

Para Vygotsky , há redução dos processos do complexo psíquico e processos naturais em detrimento às características de comportamento desenvolvido, assim, para os atos e processos do comportamento natural torna-se necessária a distinção dos formatos e funções do comportamento instrumental ou artificial.

O uso de tecnologias torna o uso e controle de instrumentos catalizador de uma série de novas funções a serem desempenhadas pelo sujeito de modo a sobrescrever ou, em muitos casos, diminuir a utilização de processos naturais, fazendo-se uso de ferramentas em detrimento a tais processos.

O desenvolvimento é visto como o resultado de um processo artificial de grande escala em que a mediação dos instrumentos é principal. Vygotsky chama a este processo de “Mediação” e, através desta mediação entre artefatos e humanos a cognição relaciona-se com o ambiente social.

Educadores necessitam de modelos epistemológicos e psicológicos para distribuir adequadamente as representações necessárias à compreensão da sua área de estudo de modo a acessar ao funcionamento cognitivo dos estudantes. Tais modelos também ajudam a justificar a importância do que estão a ensinar. Eis a importância de uma entidade curricular adequada.

Na relação de ideias de Wallon e Vygotsky é possível estimar que afetividade e inteligência são interrelacionados, tornando-se fatores de desenvolvimento individual no processo de aprendizagem, favorecendo a interação entre sujeitos e objetos (aluno-escola).

Piaget e Wallon concentraram seus esforços de modo a descrever o desenvolvimento emocional e o papel das emoções estabelecendo a conexão entre educadores (pais/professores) e aprendizes (filho/alunos). A descrição teórica de Wallon é precedida de informação biográfica e uma apresentação de suas visões metodológicas, tornando-a única e influenciada por outros teóricos (Vygotsky, por exemplo) e é plenamente compatível com a visão atual sobre a natureza, desenvolvimento e crescimento infantil.

A despeito da tecnologia, um novo modelo vem sido apresentado, onde referenciais teóricos mais próximos à concepção de Piaget e Vygotsky têm prevalecido por conta das teorias ultrapassadas acerca das teorias pragmáticas sobre cognição. Para Piaget, a ação deve gerar produção de conhecimento, enquanto conhecimento é processado e utilizado pelo sujeito ao arguir utilitários transformadores de seu ambiente. Esta é a base do modelo de instrumentação psicológica em que os processos cognitivos presentes nos artefatos, progressivamente agregam valores instumentais à interação física e mental com o ambiente social.

Com estas dimensões (pragmática e de ferramentas) torna-se importante professores compreenderem cognição em contextos tecnológicos.

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Ao utilizar-se do desenvolvimento cognitivo, da forma descrita por Piaget é possível alcançar resultados mais adequados e em maior grau, vez que o maior resultado que se pode querer enquanto educador é que o aluno aprenda. Tal conceito não está aplicado unicamente ao desenvolvimento infantil mas, também ao desenvolvimento e – principalmente – na instrumentação dos discentes de métodos de visualização de seu próprio potencial e exercício de sua cognição.

As relações interpessoais desenvolvidas em sala de aula potencializam tal instrumentação, fazendo com que o grupo de estudo aprimore as ferramentas outrora utilizadas individualmente, testando-as em um ambiente social de modo a interagir e estabelecer relações que, no meio social externo àquele da sala de aula, torna-se fonte de aprendizado e rico material para consultas futuras através das interações com os pares e outros grupos, incluindo neste contexto pais, professores e outros sujeitos.

As relações afetivas desenvolvidas tornam a aproximação entre figuras de autoridade , como são pais e professores, e os alunos mais direta de modo que ambos trocam conhecimento e experiências. Assim, quando o ambiente é eivado pela austeridade torna-se improfícuo ao proceder das relações de aprendizagem e ensino.

Ora, quando alunos, quais as disciplinas mais tínhamos atenção? Aquelas em que os professores tínhamos mais em conta! Eis uma estratégia para um melhor proceder acadêmico: Aproximar-se dos alunos, demonstrando disponibilidade e proximidade de modo que haja uma conexão entre educador e educando e, que esta conexão seja bidirecional de modo que a todo tempo haja uma troca de papéis entre estes dois personagens.

Afinal, o currículo escolar determina que itens devem ser apresentados, entretanto, educadores deparam-se diariamente com o paradoxo da impossibilidade de ensinar algo a alguém. Então, o educador tem por tarefa tornar o ato de apreender a informação mais simplificado e, disponibilizar-se para facilitar este aprendizado utilizando-se de técnicas e métodos adquiridos através da experiência, observação e estudo.

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Minha formação ocorreu em um colégio particular no Rio de Janeiro, caracterizado pelo tradicionalismo, portanto, os professores tinham um modo de ver extremamente tradicional, podendo-se dizer até mesmo conservador e, hoje, consigo visualizar, antiquado.

Por conta desse processo avaliativo tradicional tive muitas dificuldades durante os estudos, muitas notas baixas e muita vontade de deixar de estudar em dados momentos. Não havia participação nas avaliações que invariavelmente eram verticais dos professores magnânimos em seus pedestais para nós insignificantes alunos.

A visão que tinha de escola, estudar e de avaliação eram dirimidas exclusivamente por esse modo tacanho, mesquinho e pequeno em que os professores não verificavam as características individuais dos alunos em detrimento à sua forma “perfeita” de ensinar com o lema “Antes de você, muitos outros já aprenderam desta maneira”. Só que sempre tive dificuldade de ser um dos “muitos outros”.

Uma das consequências disto foi o fato de eu odiar matemática apesar de ter facilidade com números (me formei Técnico de Contabilidade e a seguir Analista de sistemas mas, ainda odeio matemática). Isto é uma daquelas questões que os professores não foram capazes de desenvolver no âmbito escolar, que tornava o processo de aprendizagem tortuoso e a avaliação um martírio.

Tive professores maravilhosos também, em especial uma professora chamada Ivonete Souza que utilizava além da avaliação tradicional que era exigência da escola, processos da avaliação alternativa, por exemplo, avaliação contínua, de participação nas aulas através da aplicação de exames orais e efetuando perguntas que eram deveras objetivas e ainda assim instigavam aos alunos pesquisarem e tornarem-se independentes quanto ao estudo e busca de conhecimento.

Esta professora teve muita importância na minha vida pois durante o ensino médio fui indicado por ela para estágio, apesar de não ter notas muito boas nas outras disciplinas. A avaliação cuidadosa desta educadora iniciou minha vida profissional e teve grande impacto na maneira como avalio meus alunos pois julgo importante que esta oportunidade seja dada também a outros alunos da mesma maneira que ocorreu comigo.

Já no ensino superior tive um professor que era totalmente de abordagem tradicionalista e, destoava da maneira que os outros professores construíam os conteúdos na faculdade. Este professor reprovou-me por 0,2 pontos em uma disciplina que era das mais difíceis do curso e, pré-requisito de outras muitas e custou-me um ano a mais na faculdade.

Penso que esta visão deste docente não era capaz de ver o todo do meu aprendizado, pois se 0,2 pontos são o suficiente para avaliar um aluno, a avaliação global e formativa do aluno de nada valem pois, era esta a oportunidade que este profissional tinha de verificar que eu era um aluno participativo das aulas, fazia os trabalhos propostos, tinha assiduidade adequada e, o principal, havia compreendido a disciplina (tanto que no outro período em que fiz a disciplina passei com nota 9,8 – novamente ele não me deu 0,2 para passar com nota dez).

Em outra oportunidade, um outro profissional de educação no curso superior foi capaz de reprovar quase todos os alunos da turma por nota. Ocorreu de em uma turma de quinze alunos nenhum deles ter sido capaz de passar na disciplina adequadamente, tendo todos ido para a recuperação e, na recuperação, apenas dois passaram na disciplina. Fui um dos que passei pois o professor disse-me “Você não passou nesta disciplina mas, eu estou te passando”. No final deste período, dois colegas desistiram da faculdade.

Nos três casos, o conflito entre o modo de avaliação tradicional e o alternativo são deveras acentuados e, a avaliação tradicional não é capaz de visualizar a amplitude do aluno, isto é, não avalia o aluno como um ser humano, sendo este tão somente um agente que participa de um conjunto de aulas e deve ter uma nota, independentemente de quem ele seja, não levando em conta que este possui peculiaridades que devem ser abordadas durante o processo de estudos.

Um professor pode – e deve – ser o vetor para a mudança social do aluno e não para que este deixe os estudos e desista de seus sonhos. O fato de que um determinado docente foi vítima de modos de ensino que não levam em consideração as idiossincrasias dos alunos e, por consequência suas necessidades e anseios, não justifica que este professor deve perpetuar este modo de tortura. O fato de alguém ter sido roubado não deve torná-la ladrão.