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ATIVIDADE: Trabalho de informática aplicada à enfermagem

 

O QUÊ?  

Visita a uma clínica da família

 

POR QUÊ?  

Oficina prática sobre tecnologia aplicada ao cotidiano profissional

 

PARA QUÊ?  

Demonstração das tecnologias existentes no cotidiano.

 

QUEM? (responsável)  

Professor de informática aplicada e supervisor de estágio.

 

 

ONDE?

(local)

 

Clínica da família Xispirito Garcia. Situada à Rua das Couves, 123.

 

COMO?  

Os alunos acompanharão aos profissionais em sua atuação durante um turno do serviço, com a supervisão do professor e da supervisão de estágios.

 

QUANDO?

(data ou período)

 

Período de aula de cada turma, um turno por turma, de acordo com a disponibilidade da unidade de saúde.

 

QUANTO CUSTA?

(valor da atividade)

 

Não há custo relacionado.

 

Quais são os três principais desafios e/ou problemas que levam ao insucesso, fracasso e evasão escolar no município em que você mora e/ou trabalha?

1 – Fator financeiro (geração imediata de renda e baixos retornos financeiros)
2 – Oferta menor que a demanda (em determinadas localidades)
3 – Falta de interesse do poder público

Quais são as três principais políticas, programas e ações governamentais e não governamentais que buscam contribuir com o acesso, sucesso e permanência escolar no município em que você mora e/ou trabalha?

1 – Benefícios financeiros à população de baixa renda. Além do Bolsa família há o Cartão Família Carioca para as famílias complementarem sua renda caso atendam as diversas condições, inclusive, manter os filhos na escola.
2 – Aumentar a quantidade de escolas em bairros que possuíam relação inadequada entre demanda e oferta.
3 – Criação de política educacional para escola em tempo integral (turnos únicos de 7 horas)

Análise crítica

As diferenças sociais permeiam a motivação da evasão e insucesso escolar. Ao tratar do assunto, a visão crítica que a Sociologia da educação provê é fundamental, afinal, há de um lado o papel do Estado em alcançar e fazer com que as políticas públicas sejam transversais à toda população, até questões inerentes ao processo de ensino e aprendizagem que devem permear a maneira de expressão e contexto que o aluno se encontra. Ora, o ensino de uma comunidade indígena não será feito da mesma maneira que o ensino de um bairro mais abastado financeiramente, tampouco este será feito de maneira igual ao de uma comunidade carente: A linguagem, o objetivo e a maneira de comunicar e tratar os dilemas sociais em cada um destes contextos deve ser pensada. Como complicador, a heterogeneidade idiossincrática dos alunos em determinadas regiões torna esta tarefa ainda mais desafiadora pois um aluno que mora na Zona Sul do Rio de janeiro, por exemplo, pode ser domiciliado na favela mas estar estudando em uma escola em região financeiramente privilegiada.
Quanto ao contexto geral dos motivos de insucesso, estes tem haver diretamente com a maneira que a sociedade se comporta e dificuldades econômicas ou a falta de esperança em um futuro que seja diferente daquele que é vislumbrado imediatamente tornam tarefa hercúlea manter o aluno pelo tempo necessário para completar a trajetória acadêmica de maneira a atingir seu potencial. Necessidade premente de auto sustento e dos seus tomam as rédeas do querer deste indivíduo, fazendo-o deparar-se com a inevitável interrupção do processo educacional e a frustração de não alcançar o que muitas vezes ansiava.
Quanto à falta de interesse, o motivador-mor do processo educacional tem de ser a própria família, que encontra-se degradada por questões diversas e não estimulam o indivíduo a buscar alguma espécie de conhecimento que vá além do necessário ao mínimo e ao provimento deste mínimo de sustento à sua família. Tal análise torna-se precípua ao tentar compreender que “mínimo” é esse que torna o trabalho inimigo direto da realização acadêmica.
As medidas que estão sendo adotadas são adequadas, contudo, parece não haver interesse político para que a maior parcela da população saia dessa zona de inadequação acadêmica pois todas as políticas ali colocadas são periodicamente anunciadas, iniciadas e encerradas, sem sucesso e sem a persistência necessária de que se precisa para que a proposta dê certo. Cita-se exemplos como os CIEPS, que foram esvaziados e minorados até quase a extinção em que se propunha a educação integral, contudo, a política atual a ser implantada, data de 1983, época em que o projeto inicial poderia ser amadurecido de maneira a estruturar o processo educacional trinta anos depois. Construiu-se mais escolas de maneira a equacionar a demanda, contudo, já há previsão para fechamento destas mesmas escolas inauguradas no governo anterior.
Em conclusão, há necessidade cuja educação identificou e as pesquisas apontam para as causas e soluções do insucesso e evasão escolar, entretanto não há ações concretas por parte governamental de implementar as mudanças necessárias à derrocada da ignorância da população.

Referências bibliográficas

• Rio Educa – http://www.rioeduca.net/programasAcoes.php?id=91. Acesso em 11 de março de 2017.
• O Tempo de Permanência na Escola e as Motivações dos Sem-Escola/ Coordenação Marcelo Côrtes Neri. – Rio de Janeiro: FGV/IBRE, CPS, 2009. Disponível em: https://is.gd/RhYSIT. Acesso em 10 de março de 2017.
• FIGUEIREDO, Gustavo de Oliveira. Los jóvenes en favelas de Rio de Janeiro, Brasil: de la vulnerabilidad social a las oportunidades para el desarrollo humano. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 21, n. 8, p. 2437-2450, Aug. 2016 . Disponível em < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232016000802437&lng=en&nrm=iso >. Acesso em 09 de março de 2017.
• Brasil. [Plano Nacional de Educação (PNE)]. Plano Nacional de Educação 2014-2024 [recurso eletrônico] : Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá outras providências. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2014. 86 p. – (Série legislação ; n. 125)
• Projeto Aluno Presente – Disponível em: https://is.gd/0F6BAk . Acesso em 11 de março de 2017
• Evasão escolar maior nas favelas do Rio – Disponível em: https://is.gd/rH71Bs. Acesso em 10 de março de 2017.

 

A mídia é importante para produzir sua opinião e propagar tais informações para conduzir a população a seguir um outro modo de vida.

Ela deixa explícita que se não mudarmos nossas atitudes em relação a vida que levamos não poderemos ter um mundo para viver em boas condições, assim eles acabam passando que temos de viver um outro modo de vida, modificando nossos hábitos e atitudes, como coleta seletiva, economia de água, sustentabilidade, sendo assim nos tornando ecologicamente corretos.

A mídia está construindo uma Pedagogia Cultural, passando a ensinar o modo que devemos fazer as coisas, como comportamento, consumo e gerenciamento das atitudes, nos tornando aprendizes no modo de produzir vida frente a crise ambiental.

Para isso eles usam o biopoder, que é um poder sobre a vida, focando a gestão da vida da população, usando técnicas de prevenção e seguridade para que haja bem-estar da massa, agindo de forma individualizada para que todos saibam que fazem parte e são necessários para a mudança do planeta, assim passam a agir a serviço da coletividade.

Outra estratégia é a biopolítica, que é uma forma mais sutil de abordagem, usa a defesa da sociedade e convoca a cada um fazer a sua parte, só que com discursos mais pesados que causam a sensação de impotência, que não há forma de escapar pois somos nós que destruímos o planeta e acabamos com o recursos naturais e assim acaba reduzindo a Educação Ambiental.

Assim o texto fecha com um pensamento de quais atitudes devemos tomar com essa massa que está sendo atingida por esses discursos, como criarmos uma resistência para que possamos passar adiante uma forma de não entrar no fluxo e assim olhar de forma diferente para nossa liberdade de passar de uma forma livre a Educação Ambiental.

Argumento válido

O professor possui diversos turnos de trabalho para compor a renda que considera adequada e justa, contudo, é o que o mercado de trabalho tem feito em todas as áreas. Ora, um profissional de saúde possui muitos trabalhos e isso é comum. Talvez mais bem remunerado mas, principalmente, é o comum. Quantos profissionais de áreas diversas também são professores? E não é greve que resolve mas que a sociedade compreenda a importância do serviço que é prestado pelo profissional. E isso não há tradição em nosso país.

Argumento duvidoso

A análise de ambos os artigos carecem de fontes. Tudo o que é colococado está em formato de crônica. Há aqui uma questão específica no texto da Gazeta do Povo, em que coloca “Os alunos, cada vez mais desmotivados e apáticos…”. O professor tem necessidade de motivar os alunos.

Análise geral

Percebi em ambos os textos (e outros que consultei) um pouco de vitimismo por parte dos professores, vez que o mercado de trabalho atual solicita a praticamente todas as classes maior demanda e maior empenho na construção do conhecimento, daí a tendência às especializações. Ora, não serão os professores que talvez tenham de mudar a maneira como veem as coisas e lutar mais por uma maneira adequada de trabalho de que instituições que o “respeitem”?
Compartilho ainda o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=0AJW9GAOKKc

 

Quanto a Foucault, sua importância história tem a ver com o empoderamento do meio ambiente. Conteúdo deveras relevante ao contexto que se propõe o trabalho, em especial quanto ao que trata de estratégias, visão quanto à questão ambiental e o que é o naturalismo. Foucault é referência quanto a este tema e sua autoridade no assunto não é questionável, em especial nos conceitos de poder e resistência que são bases para a resistência, por consequência, educação ambiental.

Há alguns antropologistas brasileiros, atualmente sociólogos, como é o caso de Darcy Ribeiro que trata sobre a formação no – excelente – “O povo brasileiro” que se trazido a um contexto moderno trata de uma questão anterior à questão de educação ambiental: O autoconhecimento e o reconhecimento da identidade nacional.

Ora, quando se coloca os silvícolas brasileiros como culturas que convivem em harmonia com a natureza, é falácia com tons de reprodução, sem pensamento crítico conforme colocado pela autora no que tange às publicações midiáticas deve-se pensar em quem são os envolvidos na biopirataria de plantas brasileiras e até mesmo o saber que historicamente a população indígena (no Brasil e em outros países) foi responsável por diversas extinções em áreas também diversas (Para exemplificar, http://www.painelflorestal.com.br/noticias/brasil/amazonia-indios-alugam-terras-para-desmatamento-por-r-15 e http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142000000300019).

Há autores que vão mais longe e falam na esterilização de certas áreas da Amazônia providas pelos próprios indios (Artigo em anexo “Sob o signo do Moderno Cultivo”, página 138) que cita um dos motivos da mobilidade indígena no século XIX: “Os coletores de produtos nativos continuavam a invadir e a devastar a ferro e fogo as florestas nacionais, esterilizando cada dia, por amor de efêmero lucro, imensa riqueza, que largos séculos acumularam”.

A questão da mídia impressa está tão presente quanto é esta relevante: Qual a principal fonte de informação da população? Será que as pessoas que querem manter-se informadas atualmente utilizam exclusivamente fontes impressas de mídia? Será que as fontes “fidedignas” de mídia impressa são confiáveis? Para todas estas perguntas a resposta é “Não”. E eis o principal viés do artigo: O Ecologicamente correto é o propagado pela mídia mas não necessariamente o que é adequado para a educação ambiental.

Coloco aqui uma proposição de pergunta: A água do planeta está acabando? (Uma busca no Google por essa pergunta retorna milhares de artigos sobre o assunto). A resposta é: Não. A questão aqui é que ainda não temos tecnologia para tratar a água não potável e torná-la adequada ao uso. Nossos antepassados tinham dificuldades imensas em dominar a escuridão, depois veio a fome em que os recursos estava por minguar, depois as doenças como tuberculose que devastavam vidas. Será mesmo que as respostas estão erradas ou perguntas que não estão corretas ?

 

Ao tratar acerca do tema Cibercultura, gosto muito de ler os conceitos do filósofo francês Pierre Levy, no livro cujo título é “Cibercultura”. Para Levy, “a cibercultura expressa o surgimento de um novo universal, diferente das formas que vieram antes dele no sentido de que ele se constrói sobre a indeterminação de um sentido global qualquer” (LÉVY, 1999, p. 15).

A cibercultura é expressa, exclusivamente, no ciberespaço que para Levy “especifica não apenas a infraestrutura material da comunicação digital, mas também o universo oceânico de informação que ela abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse universo. ” (LÉVY, 1999, p. 17).

A compreensão que se tem acerca da maneira que a cibercultura é utilizada, melhor, utilizável tem haver diretamente com o público que a esta se direciona. Ora, um grupo de pessoas de meia-idade não utiliza o ambiente cibernético da mesma maneira que um grupo de pessoas em sua adolescência. Aqui torna-se premente as questões relacionadas aos conflitos intergeracionais (para saber mais, gosto muito do texto em anexo) e, considerando tais conflitos, a maneira como são expressadas as coisas tornam-se diferentes entre si.

Quanto ao vídeo, discordo de algumas colocações da professora Edméa, em especial de quando ela trata da apropriação das tecnologias serem protagonistas pois sim, o protagonismo é humano! Ora, ao utilizar a lógica das redes sociais, o conteúdo é todo feito por e para humanos. Assim, a maneira de utilizar o ciberespaço deve ser como complemento ao que se deseja e, utilizando este pensamento, o protagonismo é o professor, o aluno e a escola, enquanto a tecnologia trata de um conjunto de ferramentas para chegar a um fim. Outro ponto interessante é dizer que a tecnologia é um artefato cultural mas o conceito – talvez para explicar ao público geral – de tecnologia difere-se de artefato cultural, vez que tecnologia “abrange não somente os produtos artificiais fabricados pela humanidade, assim como os processos de produção, envolvendo máquinas e recursos necessários em um sistema sócio-técnico de fabricação.” (Veraszto, 2008) a , enquanto o conceito de artefato cultural trata do que cultura permeia, onde Certeau (1994) define que “para que haja verdadeiramente cultura, não basta ser autor de práticas sociais; é preciso que essas práticas sociais tenham significado para aquele que as realiza”, portanto, a cibercultura trata da utilização da ferramenta tecnológica digital para práticas culturais.

O professor deve estar imbuído da análise de três conceitos básicos para utilizar a mídia a seu favor: Compreender a diferença intergeracional, compreender o conceito de tecnologia e, por fim, compreender o conceito de cultura.

Apenas após refletir sobre estes três conceitos o professor é capaz de utilizar o currículo com a ferramenta digital e, cibercultura por consequência. Ainda no vídeo, a professora Edméa trata muito apropriadamente da questão da dicotomia entre recepção e emissão de informação, o mesmo que cita o artigo quando trata em divulgação via celular e redes sociais pois o professor traz ao aluno algo que seja aplicável a seu cotidiano e, isso é fundamental.

Portanto, cabe ao professor deve, conforme a professora Edméa cita, fazer a mediação entre a tecnologia e o planejamento de aula, em outro prisma, entre o que se deseja que o aluno apreenda de informação e como ele pode fazer para apreender tal informação. Isto torna-se fundamental quando tratamos da diversidade em que o ambiente educacional está inserido, em especial, na maneira que alunos diferentes aprendem de maneira diferente, portanto, as diversas abordagens a um mesmo conteúdo que o professor pode prover a partir das tecnologias disponíveis tornam-se o diferencial quanto a um ensino analógico e digital.

Conclui-se porta que cabe também ressaltar a importância do auto aprendizado que as novas tecnologias permitem e, de certa maneira, obrigam. É de fundamental importância que o docente também oriente o alunado quanto à busca de conhecimento adequado ao que se necessita para o cotidiano.

Fontes:

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
CERTEAU, M. de. A invenção do cotidiano 1: artes de fazer. Petrópolis, R.J.: Vozes, 1994.(pg 09)
VERASZTO, E. V.; et al. Tecnologia: buscando uma definição para o conceito. Porto: Prisma.com, nº 7, 2008. p. 60-85. Disponível em: <http://prisma.cetac.up.pt/60_Tecnologia_Buscando_uma_definicao_para_o_con conce_Estefano_Veraszto_et_al.pdf>. Acessado em: 10 de março de 2017.

 

Em se tratando de Escola é bastante importante compreender o contexto histórico em que está inserida, portanto, quando se vê o pretendido pelo vídeo, onde o objetivo pelo próprio tema da música que é ser “apenas um tijolo a mais no muro”, em que os atores afirmam não precisar mais educação, controle mental ou sarcasmos obscuros, coloca-se frontalmente relacionado ao modelo de educação onde se repete, sem abordagem crítica ou consciente do que se faz mas, tão somente fazendo parte daquele todo.

É deveras importante pensar acerca do histórico em que se constrói a Escola. Nesse sentido, a família e a religião deveriam educar aos indivíduos. Mais recentemente pode-se pensar – no contexto brasileiro – um momento de virada quanto a esta maneira de ver as coisas, na época da construção da Lei de Diretrizes e Bases em 1962 que sofreu os impactos por conta do período militar mas, pela primeira vez se iniciou de fato uma relevância na escola pública no Brasil. Com políticas concretas acerca do combate do analfabetismo e da profissionalização dos professores. Neste momento, no Brasil, temos Paulo Freire que trata da humanização e antropologia educacional, tratando acerca da libertação, em contraponto aos militares que desejavam uma pedagogia mais técnica e sem crítica social, olhando para a produtividade e racionalidade, com destaque especial para os cursos técnicos em detrimento aos cursos universitários, que eram foco de resistência ao regime.

O próximo momento foi a modificação da política nacional de educação através da nova LDB, de 1996, onde há maior liberalismo e, por consequência, mais intenção de gerar números para mostrar o quão mais eficiente era em relação ao governo anterior. Propagandeava-se uma política educacional liberal e popular, mas não necessariamente inclusivo tem-se aí a época de privatização, onde há a dicotomia pública de má qualidade X privada de boa qualidade.

Considerando o modelo de ensino mencionado para fins de contextualização ao cenário brasileiro aplicado, pode-se pensar nos dois autores solicitados ao trabalho: Marx e Dukheim.

Karl Marx, que em determinado momento não teve considerada tanta aplicação para a Sociologia no momento da criação desta ciência. Para Marx a relação de trabalho tem a ver diretamente da venda do tempo do trabalhador para um empregador ou empresa. Como a sociedade capitalista é uma criação burguesa, sua maneira de agir é adequada à produção e consumo, portanto, orienta-se diretamente à apropriação privada do trabalho, o que – para Marx – poderia até mesmo extinguir o Estado, o que seria o escol da realização da Sociedade. Desta maneira a sociedade do tipo socialista não haveria necessidade de governo, mas tão somente a associação de homens livres. Em outros termos: Indivíduos não explorariam outros indivíduos. Nesta lógica, gosto muito do filme Revolução dos bichos, que deixo o link aqui:

O contexto em que Marx está imbuído, que é o século XIX, não necessariamente trata a Educação mas define algumas características do que se deseja para o indivíduo não é a criação do novo mas corroborar e melhorar o já existente, o que permite, permeia e exalta o que está no vídeo e na imagem proposta no trabalho: Ser um membro útil da sociedade, apenas mais um.

Um dos conceitos mais interessantes e aplicáveis ao contexto Marxista na educação é a mais-valia, que trata o valor do trabalho como algo abstrato em que o salário deve ser dada pelo Mercado. Nesse sentido, a Escola trata diretamente da compensação do que se tem pelo esforço e dedicação depreendidas com esta atividade.

A teoria de Emile Durkheim girou em torno dos Fatos Sociais, que definem-se por elementos construídos pelos humanos e, de acordo como estão organizados, são impostos a eles, como são as Leis que são construídas para um bem da sociedade como um todo, de maneira a fazê-la funcionar melhor.

A importância da Escola para Durkheim é fundamental pois é exatamente neste local em que os indivíduos são apresentados à maneira que a sociedade funciona, suas leis, regras e maneiras de comportar-se socialmente, incluindo o que é considerado adequado ou não para a convivência social.

Tal conceito é o chamado Espírito de adesão ao grupo, que identificado por Durkheim o indivíduo é capaz de respeitar as regras e adequar-se à sociedade em que se está inserido, assim o indivíduo consegue compreender o motivo de estarem seguindo tais regras, regozijando-se pelo fato de fazerem parte e serem cumpridoras funcionais da sociedade que estão inseridos, dando um sentido de pertencimento.

O indivíduo que é capaz de cumprir estes laços pode ser considerado um Ser Social que, neste sentido é proveniente da escola (que é um Fato Social)está apto ao convívio social. Para aquele que não está apto cabe a marginalização.

Um comparativo entre os autores permite dizer que mesmo que Marx e Durkheim tenham vivido contemporaneamente, Marx compreende que o indivíduo não é individual, enquanto para Durkheim deve haver uma cooperação entre os indivíduos mas consideradas suas idiossincrasias. Em outra maneira de olhar esta questão, Durkheim pensava mais nas instituições ao analisar o cumprimento das regras, Marx preocupava-se mais com as pessoas, como elementos constituintes de um bem maior.

No ambiente escolar, isto é fundamental! Compreeender que os alunos possuem objetivos de aprendizados iguais mas maneiras diferentes de apreender o conteúdo é de suma importância para a educação de maneira geral.

Alunos e professores devem encontrar um meio termo entre ambos. Nesse sentido a visão do Alemão Max Weber trata das relações dos indivíduos que praticam ações sociais, dando significado às ações efetuadas pelas pessoas, portanto, não são grupos mas indivíduos que agem em relação aos outros, portanto relações sociais. Enquanto o Fato social de Durkheim trata do coletivo, o Ato social trata do indivíduo que através de suas ações formam a relação social.

No ensino moderno, o que mais se pretende é exatamente esta construção dos indivíduos. Em uma sociedade digital ainda mais: Cada indivíduo é capaz de aprender se sua maneira, com um objetivo comum mas observada de acordo com perspectivas e necessidades individuais.

 

“Uma empresa de varejo tem perdido ao longo dos anos um espaço cada vez maior do mercado. Buscado reagir a essa realidade foram contratados dois novos gerentes jovens com ideias bastante inovadoras. O problema é que a empresa é do tipo familiar, tradicional e tem muita dificuldade de aceitar ideias novas que chegam a diferentes setores. Um dos gerentes inclusive já pensou em se demitir tal é o nível de resistência enfrentado mesmo diante de um caminho de falência que se desenha. A direção geral tentou fazer com que as ideias fosse implementadas “na marra” e isso só complicou ainda mais o trabalho das novas gerências. Como seria possível resolver essa situação. ”

A solução de contratação de gerentes jovens não é necessariamente a melhor. Em se tratando de um negócio com o objetivo de prosperar, a melhor prática é contratar um gerente que fale a linguagem da empresa e do negócio e, a partir daí, todos os profissionais da empresa poderiam trazer novidades e serem responsáveis pela inovação e, o interfaceamento que se faz com a alta diretoria já estaria devidamente tratado de maneira que ficasse alinhado com o negócio. As ideias fluiriam mas, com a roupagem adequada e os funcionários teriam a ideia veio de todo o grupo tornando a implantação mais fácil.

Um adendo é que para ambas a questão proposta é sempre a mesma: Equilíbrio na supervisão e produção de respostas de maneira colaborativa.

 

Cinco ideias para desenvolver a Educação ambiental na escola

1 – Apresentar aos alunos o que é Educação Ambiental e pedir propostas.
2 – Incluir no Planejamento pedagógico projetos que levem a refletir sobre planejamento pedagógico.
3 – Criar metas de reciclagem, redução e reaproveitamento junto aos alunos.
4 – Criar espaços físicos em que haja interação com a natureza (Uma horta, um jardim, um mascote, etc) que dê responsabilidade aos alunos do cuidado e interação com o ambiente natural.
5 – Estabelecer premiações aos docentes que conseguirem alcançar o completamento dos projetos previstos acerca de educação ambiental.
Cinco ideias para desenvolver a Educação ambiental em uma empresa

1 – Premiar aos profissionais que apresentarem propostas que possam sem implantadas para fins de ações educacionais.
2 – Criar uma comissão de educação ambiental permanente que verifique se as medidas previstas estão sendo devidamente implementadas.
3 – Estabelecer metas individuais e premiações aos funcionários que mais ativamente participarem das campanhas de educação ambiental (incluindo a comissão permanente do item anterior).
4 – Oferecer palestras de educação continuada com profissionais que possam falar sobre a Educação ambiental, de maneira a criar multiplicadores na empresa.
5 – Estabelecer metas gerenciais relacionadas às políticas de aplicação dos três Rs e coleta seletiva.

Sabe aquele momento que você quer ofender alguém sem xingar palavrões?

Então, aqui uma série de xingamentos sem palavrões.

Eu não tenho tempo ou o giz de cera suficiente para explicar isso para você!
Deixe-me ver se advinho: você é a primeira pessoa da sua família a nascer sem cauda!
Eu não estou dizendo que te odeio mas eu desligaria seus aparelhos de suporte à vida para carregar meu telefone!
Eu estou tentando ver as coisas pelo seu ponto de vista mas eu não consigo colocar minha cabeça tão perto da minha bunda!