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A principal observação que se deve fazer quanto à formação do trabalhador, que pode ser observada diariamente na área de informática, é a perspectiva das mudanças tecnológicas pois ocorrem ininterruptamente e, afetam à totalidade de profissionais nos mais diversos ramos de atuação e em todos os locais do mundo, entretanto, uma questão a ser observada é a formação: Faz toda a diferença! O profissional que possui uma formação mais rigorosa ou provida de conceitos mais sólidos fazem com que as mudanças profissionais sejam melhor absorvidas pelo profissional e este consiga inserir-se adequadamente no contexto global de sua profissão.
A pprincipalvisão dos profissionais tem haver com o modo como imaginam o mercado de trabalho, enquanto, os docentes devem ter por ponto de vista, observar o mercado como um todo e, principalmente, montar o “quebra-cabeça” que faz com que o profissional se torne, com a adequada acepção da palavra, Profissional.
Embora nessa trajetória profissional se verifique com frequência empresas que têm modos de pensar ultrapassados (Há ainda muitas empresas com o pensamento Fordista), a perspectiva que os profissionais hoje possuem de tornar-se independentes e, venderem seu trabalho a diversos compradores diferentes e, deixarem-se de enxergar-se como “Funcionários” – isto é, aquele que tem uma função – ou ainda como “Empregados” – aquele que possui um emprego – mas, como cidadão que presta um serviço e recebe uma contraprestação financeira que julga justa em troca destes serviços. Assim, muitas vezes se observa o caso de profissionais que vendem seus serviços a diversas empresas, a questão portanto é: O indivíduo deve-se enxergar como cidadão e profissional que possui determinada profissão, vende uma parcela de seu tempo e de sua “expertise” em troca da contraprestação financeira que julga adequada.
As Leis trabalhistas asseguram que a relação entre o profissional e o tomador dos serviços – que pode ser uma pessoa física ou jurídica – seja adequada e justa para ambas as partes. As reformas atualizam uma legislação criada em um determinado momento (Era Vargas) para o contexto atual comportando a maior parte das mudanças mas, não limitando-se às leis mas incluindo Jurisprudências e Acordos coletivos através de entidades de classe que representam trabalhadores e empresas.
O PNE (Plano Nacional de Educação) é deveras recente e tem por objetivo nortear os planos de educação de estados e municípios de acordo com as necessidades regionais, levando em conta o âmbito nacional.
Quanto às metas do PNE, há uma visão magnífica das necessidades, entretanto, cita-se o Sistema Único de Saúde (SUS) como comparativo.
O SUS é uma legislação cujo objetivo principal foi o de unificar o acesso de pacientes à Saúde, buscando uma democratização do acesso aos recursos por toda a população. O que não ocorreu.
O PNE tende à mesma derrocada pois, em momento nenhum objetiva sensibilizar e/ou estruturar as famílias no tocante às necessidades da educação. O que tem-se, portanto, é um objetivo bastante abrangente, com estratégias adequadas, entretanto, pouco voltadas à realidade da situação atual. Vê-se na Lei intenções, entretanto, algo inerente à área de gestão de projetos que se pode distinguir um projeto de possível sucesso e fracasso: Empatia.
Esquece-se nesse plano de educar a população quanto às necessidades ou, em uma empresa, adequar-se à cultura organizacional. Nas camadas mais pobres da população, educação nunca foi prioridade e, sem os devidos estímulos – que abarcam desde instrução de necessidades até incentivos financeiros – o plano tende a funcionar apenas parcialmente.
Para exemplificar isto pode-se citar um exemplo simples. Um aluno que estudou há dez anos atrás e concluiu o ensino médio com a matriz da época não tem condições adequadas de marcar uma pontuação excelente no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) por conta das mudanças diversas na forma que o ensino e as matrizes modificaram-se no decorrer do tempo; o indivíduo que concluiu seus estudos há 20 ou 30 anos atrás não possui condições sequer de conseguir uma aprovação razoável, conclui-se que o processo não é democrático.
Quando se deseja aumentar as ofertas de matrículas e integrar à educação profissional a ideia é perfeita, entretanto, incompleta pois torna os o ensino desnivelado. Ora, um adulto que concluiu o ensino médio em um formato defasado e com pouco conteúdo adequado possui a formação, contudo, não está apto a seguir nos estudos. Que se faz nesse caso?
Para concluir, cito a iniciativa Japonesas (pois trouxe o modelo atual da indústria, comércio e serviços, o Toyotismo), uma das formas que se utilizou para a educação da população no pós II guerra mundial foi a educação em massa através de meios televisivos com uma campanha do governo em massa. O mesmo modelo foi aplicado à Coréia do Sul e, os resultados foram sentidos no decorrer do tempo e, culmina nos dias atuais como países reconhecidamente avançados econômica e tecnologicamente.