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Conservação – Como guardar os frascos de insulina
Insulina é um hormônio que deve ser conservado de maneira adequada, para que sejam garantidas as suas propriedades farmacológicas. Estejam atentos, portanto, às seguintes orientações:
• Frascos de insulina NUNCA devem ser congelados (temperatura abaixo de 2º).
• Evite expor os frascos à luz do sol, pois a insulina pode sofrer degradação.
• Evite deixar os frascos em locais muito quentes, como o porta-luvas do carro, perto do fogão ou forno elétrico, etc.
• As insulinas devem ser armazenadas em geladeiras, na porta ou parte inferior.
• A insulina que está em uso poderá ser mantida em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC), por até um mês. Nesse caso, deixar o frasco no lugar mais fresco da casa, como, por exemplo, perto do filtro de água.
• Não usar a insulina se notar mudança na cor e presença de grânulos.

Em caso de viagens

Colocar os frascos de insulina em bolsatérmica ou caixa de isopor. Não precisa colocar gelo. Caso não tenha bolsa térmica ou isopor, leve o frasco em bolsa comum,junto a você, onde não receba a luz do sol, diretamente.

Locais onde não existe geladeira

1. Deve ser evitada a armazenagem em locais que não tenham geladeiras. Contudo, em situações especiais, os frascos de insulina deverão ser mantidos no local mais fresco da casa ou edifício. A insulina guardada nestas condições deve ser usada no prazo máximo de seis meses.
2. Caso a armazenagem seja de um estoque maior, o responsável pelo controle de distribuição deve estar atento para que os frascos sejam distribuídos, seguindo o sistema PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair).
3. Uma vez aberto o frasco de insulina e o refil das canetas, só utilizar no máximo noperíodo de 30 dias.

Transporte
Por um período de curta duração (até sete dias) é permitido transportar a insulina em condições não-refrigeradas. Para tanto, devem ser seguidas as seguintes recomendações:
1. Evitar exposição dos frascos ao calor excessivo (acima de 40ºC).
2. Usar sempre veículo com isolamento térmico.
3. Nunca expor a insulina ao sol, diretamente.
4. Preferir o transporte noturno.
5. Não congelar o produto.
6. Não transportar a insulina com gelo seco.
7. Não deixar o veículo estacionado ao sol se o mesmo não tiver ventilação ou isolamento térmico.
8. Colocar a insulina na geladeira, logo que chegar ao seu destino.
9. Em viagem de avião, não despachar os frascos com a bagagem, pois a baixa temperatura do compartimento de cargas pode congelar a insulina.

 

É impossível pensar que toda mudança não venha com obstáculos e, venho me preparando para como enfrentar estes que cá estão há algum tempo.

Minha glicose andou subindo bastante pois ganhei peso ao somar duas questões: O uso da insulina e o fato do meu monitor de glicose ter quebrado e, agora tenho de reestabilizar.

A partir de segunda/feira iniciarei no agendamento de valores e uma dieta que funcione para mim.

Andiemo…

Questões que levaram a este aumento da glicose:

1 – Conservação inadequada da insulina. Durante alguns dias coloquei a insulina na geladeira e andava com ela para cima e para baixo numa caixinha com gelo. Má ideia. A insulina parou de fazer efeito. Espero que não tenha outro efeito colateral que não o aumento da minha glicose.

2 – Mistura de insulinas. Penso que isso também contribuiu com a invalidação das insulinas pois para tomar menos picadas ao dia estava misturando as insulinas mas, penso que houve problemas e misturaram-se. Portanto, melhor duas picadas a uma glicose mais alta.

Devo começar na academia. Não estou muito afim mas, vamos lá: É necessário!

 

TIPO 1

Destruição das células beta, geralmente ocasionando deficiência absoluta de insulina. Pode ser de natureza auto-imune ou idiopática. O paciente apresenta sintomas típicos (polis) e emagrecimento. No idoso, o quadro pode ser mais arrastado. É obrigatório o uso de insulina.

TIPO 2

Varia de uma predominância de resistência insulínica com relativa deficiência de secreção, a um defeito predominantemente secretório, com ou sem resistência insulínica. Em geral está associado à obesidade e outras evidências da síndrome plurimetabólica (hipertensão, dislipidemia).

DIABETES GESTACIONAL

Diabetes diagnosticado pela primeira vez durante a gestação.

Outros tipos:

Doenças do pâncreas exócrino (incluindo pancreatite alcoólica)
Endocrinopatias (Cushing, Acromegalia, etc.)
Induzido por fármaco ou agentes químicos (glicocorticóides)
Infecções
Doenças genéticas associadas a defeito funcional na célula beta, ação da insulina, etc.